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Envelhecimento demográfico mundial: uma transformação sistêmica dos equilíbrios econômicos e geopolíticos
Os dados publicados pela Organização Mundial da Saúde mostram que, entre 2015 e 2050, a proporção de pessoas com mais de 60 anos passará de 12% para 22% da população mundial. Em termos absolutos, isso corresponde a um aumento de quase 1 bilhão para mais de 2,1 bilhões de indivíduos. Ainda mais significativo é o fato de que, desde 2020, as pessoas com mais de 60 anos são agora mais numerosas do que as crianças com menos de cinco anos, o que constitui uma inversão histórica da
CERES
30 de jun.9 min de leitura


SERIA O HOMEM UM ANIMAL POLÍTICO?
O artigo discute se o homem é um animal político, contrastando a sociabilidade natural de Aristóteles com o individualismo de Hobbes. O comportamento do cidadão brasileiro contemporâneo apoia a visão hobbesiana: a política é vista como um fardo, o que se reflete em altos índices de abstenção e no esquecimento dos votos legislativos. Afastado da cidadania ativa e repelido pela polarização, o eleitor busca o isolamento privado e age como um súdito.
CERES
25 de jun.7 min de leitura


Dez anos após o Brexit: a renúncia de Keir Starmer ou o esgotamento do modelo britânico?
A renúncia de Keir Starmer às vésperas do 10º aniversário do Brexit encerra uma década de turbulências que transformou o Reino Unido. O voto de 2016 pela saída da UE prometia soberania e renascimento sob o slogan "Take Back Control". Dez anos depois, o balanço é ambíguo: o país recuperou a autonomia jurídica, mas enfrenta profundas sequelas econômicas, sociais e geopolíticas. A queda de Starmer reflete a crise de uma nação que ainda busca sua identidade estratégica no mundo p
CERES
24 de jun.13 min de leitura


Democracia sem Democracia? Erosão Institucional, Polarização e a Morte do Diálogo no Século XXI
A democracia contemporânea enfrenta um paradoxo fundamental: mantém as suas formas institucionais, mas vê os seus conteúdos normativos progressivamente esvaziados. O enfraquecimento do diálogo, a deslegitimação do adversário e a instrumentalização das instituições configuram um cenário de erosão interna que não pode ser ignorado.
O ódio não pode substituir o diálogo político.
CERES
30 de abr.5 min de leitura
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