top of page

Buscar


Coreia do Sul e o Estreito de Ormuz: os limites da influência americana sobre Seul
Os Estados Unidos vêm pressionando a Coreia do Sul para contribuir com esforços destinados a restabelecer a liberdade de navegação no estreito, considerado estratégico para o fluxo internacional de petróleo, gás natural e outras commodities. A administração de Donald Trump tem deixado claro que espera uma participação mais efetiva de seus aliados, e a Coreia do Sul ocupa uma posição particularmente relevante por ser uma das maiores economias industriais da Ásia
CERES
há 5 dias8 min de leitura


Data centers, gás natural e a nova geopolítica energética
A expansão acelerada dos data centers e da inteligência artificial está, portanto, criando um setor específico de alta demanda de consumo de energia, na qual o gás natural tende a ocupar posição cada vez mais estratégica. Isso ocorre porque as infraestruturas digitais operam 24 horas por dia e exigem elevados níveis de confiabilidade, estabilidade de frequência e disponibilidade elétrica.
CERES
4 de set.8 min de leitura


Venezuela novo panorama
futuro da Venezuela após Trump e acordo polícito
CERES
2 de set.14 min de leitura


A guerra sem fim no Oriente Médio e a ameaça de uma nova crise global de insegurança alimentar
Petróleo, fertilizantes e produção de alimentos nunca estiveram tão interligados. A relação entre petróleo e segurança alimentar é estrutural. O petróleo influencia os custos de máquinas agrícolas, irrigação, transporte rodoviário, armazenagem, refrigeração, processamento e distribuição.
CERES
19 de ago.5 min de leitura


O que são os Panda Bonds e por que o Brasil quer emitir títulos na China
O Brasil deu o primeiro passo para emitir, pela primeira vez, títulos da dívida pública no mercado financeiro da China. Até hoje, as emissões brasileiras no exterior são concentradas principalmente em dólares e, mais recentemente, em euros. Agora, o governo pretende acessar diretamente o mercado de capitais chinês e captar recursos em yuan, a moeda da China.
CERES
30 de jul.6 min de leitura


A Arquitetura Monetária Tripla da China Segmentação financeira como instrumento de soberania e poder estrutural
A sofisticada engenharia monetária da China utiliza três camadas — o renminbi onshore (CNY) para estabilidade e controle interno, o renminbi offshore (CNH) para internacionalização controlada e o dólar de Hong Kong (HKD) como ponte de credibilidade externa. Essa segmentação financeira estratégica permite a Pequim conciliar a integração global e o financiamento externo com a preservação de sua soberania e autonomia política, reduzindo vulnerabilidades em relação ao sistema dom
CERES
15 de jul.10 min de leitura


Geopolítica: Adesão da Ucrânia à União Europeia envolve diversos fatores além da guerra
a entrada da Ucrânia na União Europeia não deve ser vista apenas como uma recompensa política por sua resistência, mas como uma transformação profunda do próprio projeto europeu
CERES
3 de jul.5 min de leitura


Envelhecimento demográfico mundial: uma transformação sistêmica dos equilíbrios econômicos e geopolíticos
Os dados publicados pela Organização Mundial da Saúde mostram que, entre 2015 e 2050, a proporção de pessoas com mais de 60 anos passará de 12% para 22% da população mundial. Em termos absolutos, isso corresponde a um aumento de quase 1 bilhão para mais de 2,1 bilhões de indivíduos. Ainda mais significativo é o fato de que, desde 2020, as pessoas com mais de 60 anos são agora mais numerosas do que as crianças com menos de cinco anos, o que constitui uma inversão histórica da
CERES
30 de jun.9 min de leitura


Dez anos após o Brexit: a renúncia de Keir Starmer ou o esgotamento do modelo britânico?
A renúncia de Keir Starmer às vésperas do 10º aniversário do Brexit encerra uma década de turbulências que transformou o Reino Unido. O voto de 2016 pela saída da UE prometia soberania e renascimento sob o slogan "Take Back Control". Dez anos depois, o balanço é ambíguo: o país recuperou a autonomia jurídica, mas enfrenta profundas sequelas econômicas, sociais e geopolíticas. A queda de Starmer reflete a crise de uma nação que ainda busca sua identidade estratégica no mundo p
CERES
24 de jun.13 min de leitura


EUA e China Recalculam Relação: Leitura Consultiva
A visita de Donald Trump à China marcou uma transição do confronto aberto para uma competição administrada, focando na previsibilidade e estabilidade. Diante dos custos globais das tensões, ambos os países buscam conter danos. Xi Jinping propôs uma “relação de estabilidade estratégica”, priorizando a cooperação dentro de limites gerenciáveis. Para Pequim, o objetivo é institucionalizar mecanismos que evitem escaladas, garantindo o crescimento econômico e o fluxo de investimen
CERES
23 de jun.3 min de leitura


Da rivalidade à cooperação: Japão e Coreia do Sul na nova ordem regional
Desde 2025, Japão e Coreia do Sul vêm reconfigurando suas relações bilaterais, priorizando uma agenda de cooperação estratégica apesar da permanência de disputas históricas e territoriais. Ao contrário de períodos anteriores, os atuais governos buscam compartimentalizar temas sensíveis, como a ocupação japonesa, as compensações de guerra e a disputa pelas ilhas Dokdo/Takeshima, evitando que esses impasses comprometam a cooperação em áreas de interesse comum
CERES
18 de jun.6 min de leitura


Geopolítica Energética: crise energética atinge as receitas do Catar
A queda de 23% nas receitas petrolíferas do Catar no 1º trimestre de 2026 sinaliza a deterioração estrutural da energia global após a escalada da guerra com o Irã. O fechamento parcial em Ormuz e falhas em Ras Laffan expuseram a fragilidade logística internacional. Mais que regional, este choque feroz deve desencadear efeitos prolongados na inflação, no crescimento e na estabilidade política.
CERES
13 de jun.4 min de leitura


O duelo dos corredores de gás africanos: um indicador das reestruturações geopolíticas euro-africanas
O relançamento do Gasoduto Trans-Saariano (TSGP) em 2026 é um marco geoeconômico na África, comparável à ZLECAf. Antes tido como inviável pela insegurança no Sahel, o projeto ganha força com a crise energética europeia pós-guerra na Ucrânia, a reestruturação política regional, a afirmação de novas potências locais e a disputa global por recursos.
CERES
12 de jun.8 min de leitura


União Europeia: Agricultura e alimentação no caminho da segurança alimentar e climática
A agricultura e a alimentação estão no centro de duas das maiores questões estratégicas do século XXI: a segurança alimentar global e as mudanças climáticas. O setor deixou de ser apenas uma atividade econômica ligada à produção rural e passou a ocupar uma posição estrutural na estabilidade geopolítica, energética, ambiental e social no mundo atual.
CERES
11 de mai.5 min de leitura


Geopolítica energética russa: o oleoduto Druzhba
Nos últimos anos, desde a entrada de Vladimir Putin ao poder na Rússia, a distribuição e o controle sobre fluxos energéticos vêm sendo usados como fortes ferramentas de política externa pelo Kremlin. Através de suas utilizações, a Rússia se tornou um parceiro comercial chave para a União Europeia, que, até o início do conflito russo-ucraniano, em 2022, era o principal destino de exportações de commodities como gás natural e petróleo da Rússia.
CERES
5 de mai.6 min de leitura


Fundos de riqueza do Golfo blindam o impacto da guerra contra o Irã
om os temores das consequências do fechamento das rotas marítimas, aumento dos custos de energia e interrupções na cadeia de suprimentos, os fundos soberanos do Golfo estão emergindo como uma ferramenta chave para conter e absorver o choque, beneficiando-se de décadas de acumulações financeiras massivas.
Os países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) gerenciam ativos soberanos estimados em US$ 6 trilhões, principalmente provenientes de receitas excedentes de petróleo.
CERES
21 de abr.5 min de leitura


O conflito do Estreito de Ormuz atinge diretamente a economia global e, em especial, a China
Essa dependência, contudo, não se traduz em exposição concentrada a um único fornecedor. A China construiu, ao longo dos últimos anos, uma estratégia de diversificação, tendo como principais parceiros a Rússia e a Arábia Saudita, cada uma respondendo por menos de 20% das importações. Paralelamente, Pequim ampliou sua relação energética com o Irã, absorvendo parcela relevante de suas exportações de petróleo, o que reforça sua atuação pragmática e, por vezes, desalinhada das sa
CERES
16 de abr.4 min de leitura


O Brasil diante de uma nova crise energética: multilateralismo e busca por autonomia
O Brasil, embora seja autossuficiente em reservas de petróleo desde a descoberta do pré-sal na década de 2000, ainda encontra-se dependente da importação de derivados para suprir sua demanda interna, como ocorre com a importação de combustíveis. Consequentemente, com o fechamento do estreito e o aumento do preço do petróleo mundial, o Brasil vem enfrentando dificuldades internas em relação à elevação do valor do combustível nacional, o que se manifesta nas pressões sociais.
CERES
26 de mar.4 min de leitura


Energia: guerra do Irã ameaça a transição energética da Europa
A guerra no Oriente Médio ocorre em um momento decisivo, quando a União Europeia enfrenta críticas internas crescentes por suas políticas climáticas. Isso se reflete nos apelos de governos nacionais e líderes do setor para aumentar a pressão sobre de comércio de emissões da Europa, ou até mesmo para reduzir as metas de emissões de carbono para veículos novos. Assim, a alta dos preços do petróleo e gás desde o início da guerra contra o Irã em 28 de fevereiro de 2026 representa
CERES
17 de mar.5 min de leitura


A viagem de Lula à Ásia e a estratégia brasileira de diversificação em um mundo multipolar
A agenda tripla na Ásia e no Oriente Médio sinaliza precisamente que o Brasil não procura substituir um polo por outro, mas sim reduzir a concentração excessiva de sua inserção internacional em poucos parceiros, ampliando margens de manobra diplomática, comercial e tecnológica. Uma característica comum da política externa do governo Lula. Diversificação, nesse sentido, é a fórmula para mitigar riscos sistêmicos.
CERES
5 de mar.5 min de leitura
bottom of page
