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União Europeia e Oriente Médio: a reorganização das alianças estratégicas em uma nova ordem mundial
A União Europeia atravessa um dos períodos mais complexos de sua história contemporânea. A combinação entre conflitos militares, insegurança energética, transformações econômicas e crescente competição entre as grandes potências internacionais está obrigando o bloco europeu a reconsiderar suas prioridades diplomáticas e a reconstruir parte de suas alianças estratégicas, especialmente com os países do Oriente Médio.
CERES
20 de out.4 min de leitura


O bolsonarismo já venceu. O segundo turno decidirá apenas até onde irá a sua vitória e quanto o Brasil vai perder...
Flávio Bolsonaro e Lula disputam o 2º Turno, embora o Bolsonarismo venceu as eleições com maioria no Senado, Congresso e em 11 Estados... Quem perdeu foi o meio ambiente, direitos civis, patrimonio nacional....e o Brasil. Relegendo aos envolvidos no Banco Master e investigados, não era contra a corrupção...
CERES
6 de out.10 min de leitura


Geoeconomia: China, energia nuclear e inteligência artificial e a nova disputa pelo poder industrial
Pequim não está apenas construindo reatores. Está estruturando um sistema energético capaz de sustentar inteligência artificial, indústria avançada e autonomia tecnológica, enquanto reduz a exposição de sua economia aos riscos das cadeias internacionais de energia.
CERES
1 de out.5 min de leitura


A reconfiguração da Ordem Mundial no Século XXI e os desafios estratégicos para África
O século XXI é marcado por uma transformação progressiva da distribuição do poder internacional, pela intensificação da competição entre grandes potências e pela emergência de novos centros de influência económica, tecnológica e estratégica. Este artigo analisa as implicações desta reconfiguração para África a partir de três níveis de análise das Relações Internacionais: doméstico, regional e sistémico.
CERES
29 de set.7 min de leitura


A Organização de Cooperação de Xangai: a outra arquitetura de poder da Eurásia
Há vinte e cinco anos, a Organização de Cooperação de Xangai ainda era apenas uma estrutura regional relativamente discreta, surgida das preocupações com a segurança da China, da Rússia e das repúblicas da Ásia Central. Seu foco principal eram as fronteiras, o terrorismo, o separatismo e a estabilidade de uma região há muito considerada periférica pelas potências ocidentais.
Hoje, seu peso é totalmente diferente.
CERES
24 de set.14 min de leitura


Coreia do Sul e o Estreito de Ormuz: os limites da influência americana sobre Seul
Os Estados Unidos vêm pressionando a Coreia do Sul para contribuir com esforços destinados a restabelecer a liberdade de navegação no estreito, considerado estratégico para o fluxo internacional de petróleo, gás natural e outras commodities. A administração de Donald Trump tem deixado claro que espera uma participação mais efetiva de seus aliados, e a Coreia do Sul ocupa uma posição particularmente relevante por ser uma das maiores economias industriais da Ásia
CERES
14 de set.8 min de leitura


Data centers, gás natural e a nova geopolítica energética
A expansão acelerada dos data centers e da inteligência artificial está, portanto, criando um setor específico de alta demanda de consumo de energia, na qual o gás natural tende a ocupar posição cada vez mais estratégica. Isso ocorre porque as infraestruturas digitais operam 24 horas por dia e exigem elevados níveis de confiabilidade, estabilidade de frequência e disponibilidade elétrica.
CERES
4 de set.8 min de leitura


Venezuela novo panorama
futuro da Venezuela após Trump e acordo polícito
CERES
2 de set.14 min de leitura


A guerra sem fim no Oriente Médio e a ameaça de uma nova crise global de insegurança alimentar
Petróleo, fertilizantes e produção de alimentos nunca estiveram tão interligados. A relação entre petróleo e segurança alimentar é estrutural. O petróleo influencia os custos de máquinas agrícolas, irrigação, transporte rodoviário, armazenagem, refrigeração, processamento e distribuição.
CERES
19 de ago.5 min de leitura


O que são os Panda Bonds e por que o Brasil quer emitir títulos na China
O Brasil deu o primeiro passo para emitir, pela primeira vez, títulos da dívida pública no mercado financeiro da China. Até hoje, as emissões brasileiras no exterior são concentradas principalmente em dólares e, mais recentemente, em euros. Agora, o governo pretende acessar diretamente o mercado de capitais chinês e captar recursos em yuan, a moeda da China.
CERES
30 de jul.6 min de leitura


A Arquitetura Monetária Tripla da China Segmentação financeira como instrumento de soberania e poder estrutural
A sofisticada engenharia monetária da China utiliza três camadas — o renminbi onshore (CNY) para estabilidade e controle interno, o renminbi offshore (CNH) para internacionalização controlada e o dólar de Hong Kong (HKD) como ponte de credibilidade externa. Essa segmentação financeira estratégica permite a Pequim conciliar a integração global e o financiamento externo com a preservação de sua soberania e autonomia política, reduzindo vulnerabilidades em relação ao sistema dom
CERES
15 de jul.10 min de leitura


Geopolítica: Adesão da Ucrânia à União Europeia envolve diversos fatores além da guerra
a entrada da Ucrânia na União Europeia não deve ser vista apenas como uma recompensa política por sua resistência, mas como uma transformação profunda do próprio projeto europeu
CERES
3 de jul.5 min de leitura


Envelhecimento demográfico mundial: uma transformação sistêmica dos equilíbrios econômicos e geopolíticos
Os dados publicados pela Organização Mundial da Saúde mostram que, entre 2015 e 2050, a proporção de pessoas com mais de 60 anos passará de 12% para 22% da população mundial. Em termos absolutos, isso corresponde a um aumento de quase 1 bilhão para mais de 2,1 bilhões de indivíduos. Ainda mais significativo é o fato de que, desde 2020, as pessoas com mais de 60 anos são agora mais numerosas do que as crianças com menos de cinco anos, o que constitui uma inversão histórica da
CERES
30 de jun.9 min de leitura


Dez anos após o Brexit: a renúncia de Keir Starmer ou o esgotamento do modelo britânico?
A renúncia de Keir Starmer às vésperas do 10º aniversário do Brexit encerra uma década de turbulências que transformou o Reino Unido. O voto de 2016 pela saída da UE prometia soberania e renascimento sob o slogan "Take Back Control". Dez anos depois, o balanço é ambíguo: o país recuperou a autonomia jurídica, mas enfrenta profundas sequelas econômicas, sociais e geopolíticas. A queda de Starmer reflete a crise de uma nação que ainda busca sua identidade estratégica no mundo p
CERES
24 de jun.13 min de leitura


EUA e China Recalculam Relação: Leitura Consultiva
A visita de Donald Trump à China marcou uma transição do confronto aberto para uma competição administrada, focando na previsibilidade e estabilidade. Diante dos custos globais das tensões, ambos os países buscam conter danos. Xi Jinping propôs uma “relação de estabilidade estratégica”, priorizando a cooperação dentro de limites gerenciáveis. Para Pequim, o objetivo é institucionalizar mecanismos que evitem escaladas, garantindo o crescimento econômico e o fluxo de investimen
CERES
23 de jun.3 min de leitura


Da rivalidade à cooperação: Japão e Coreia do Sul na nova ordem regional
Desde 2025, Japão e Coreia do Sul vêm reconfigurando suas relações bilaterais, priorizando uma agenda de cooperação estratégica apesar da permanência de disputas históricas e territoriais. Ao contrário de períodos anteriores, os atuais governos buscam compartimentalizar temas sensíveis, como a ocupação japonesa, as compensações de guerra e a disputa pelas ilhas Dokdo/Takeshima, evitando que esses impasses comprometam a cooperação em áreas de interesse comum
CERES
18 de jun.6 min de leitura


Geopolítica Energética: crise energética atinge as receitas do Catar
A queda de 23% nas receitas petrolíferas do Catar no 1º trimestre de 2026 sinaliza a deterioração estrutural da energia global após a escalada da guerra com o Irã. O fechamento parcial em Ormuz e falhas em Ras Laffan expuseram a fragilidade logística internacional. Mais que regional, este choque feroz deve desencadear efeitos prolongados na inflação, no crescimento e na estabilidade política.
CERES
13 de jun.4 min de leitura


O duelo dos corredores de gás africanos: um indicador das reestruturações geopolíticas euro-africanas
O relançamento do Gasoduto Trans-Saariano (TSGP) em 2026 é um marco geoeconômico na África, comparável à ZLECAf. Antes tido como inviável pela insegurança no Sahel, o projeto ganha força com a crise energética europeia pós-guerra na Ucrânia, a reestruturação política regional, a afirmação de novas potências locais e a disputa global por recursos.
CERES
12 de jun.8 min de leitura


União Europeia: Agricultura e alimentação no caminho da segurança alimentar e climática
A agricultura e a alimentação estão no centro de duas das maiores questões estratégicas do século XXI: a segurança alimentar global e as mudanças climáticas. O setor deixou de ser apenas uma atividade econômica ligada à produção rural e passou a ocupar uma posição estrutural na estabilidade geopolítica, energética, ambiental e social no mundo atual.
CERES
11 de mai.5 min de leitura


Geopolítica energética russa: o oleoduto Druzhba
Nos últimos anos, desde a entrada de Vladimir Putin ao poder na Rússia, a distribuição e o controle sobre fluxos energéticos vêm sendo usados como fortes ferramentas de política externa pelo Kremlin. Através de suas utilizações, a Rússia se tornou um parceiro comercial chave para a União Europeia, que, até o início do conflito russo-ucraniano, em 2022, era o principal destino de exportações de commodities como gás natural e petróleo da Rússia.
CERES
5 de mai.6 min de leitura
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