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Geoeconomia: China, energia nuclear e inteligência artificial e a nova disputa pelo poder industrial
Pequim não está apenas construindo reatores. Está estruturando um sistema energético capaz de sustentar inteligência artificial, indústria avançada e autonomia tecnológica, enquanto reduz a exposição de sua economia aos riscos das cadeias internacionais de energia.
CERES
1 de out.5 min de leitura


O conflito do Estreito de Ormuz atinge diretamente a economia global e, em especial, a China
Essa dependência, contudo, não se traduz em exposição concentrada a um único fornecedor. A China construiu, ao longo dos últimos anos, uma estratégia de diversificação, tendo como principais parceiros a Rússia e a Arábia Saudita, cada uma respondendo por menos de 20% das importações. Paralelamente, Pequim ampliou sua relação energética com o Irã, absorvendo parcela relevante de suas exportações de petróleo, o que reforça sua atuação pragmática e, por vezes, desalinhada das sa
CERES
16 de abr.4 min de leitura


A Hegemonia em Crise: A Insatisfação dos Estados Unidos face à Ascensão da China
De acordo com a teoria da transição de poder, quando uma potência emergente se aproxima do nível de poder de uma potência dominante, tende a surgir um aumento da rivalidade e da instabilidade (Organski, 1958). Por sua vez, o realismo ofensivo sustenta que os Estados procuram maximizar o seu poder relativo como forma de garantir a sua sobrevivência num sistema internacional anárquico (Mearsheimer, 2001).
CERES
25 de mar.3 min de leitura
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