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"Remigração": um suicídio econômico e político disfarçado de patriotismo – A vez da Espanha fechar as fronteiras...
A ascensão de discursos xenófobos na Europa não é um fenômeno novo, mas o caso espanhol recente tem despertado especial atenção, sobretudo por sua forma particularmente agressiva e contraditória com os fundamentos da ordem democrática e do sistema produtivo contemporâneo. A proposta de “remigração”, defendida por setores da extrema direita espanhola – principalmente o partido VOX e segmentos mais conservadores do Partido Popular – consiste, essencialmente, na expulsão em mass
CERES
9 de jul. de 20254 min de leitura


Pseudo-psicologias sob egóicas linguagens de irresponsabilidade: Tagueados clínicos como publicidade pessoal na fabricação das dores
Vê-se hoje um fenômeno com expressiva ascensão nas mídias sociais globais, na qual se é popularizado a concessão de condições psicológicas, com indevida simplicidade, sob as apropriações rasas dos influenciadores e/ou mesmo os usuários comuns. “Tagueados”, é o nome concedido aos que sinalizam ações dadas como comuns/Tìpicas à doenças, com o impulso de “diferenciação” de si sob os demais ou mesmo para o alcance de alguma ou devida “normalidade” em meio à similaridades com ansi
CERES
7 de jul. de 20254 min de leitura


Vítimas escolhidas a dedo: genocídios silenciados e a hipocrisia da ordem global
No cenário global atual, as tragédias humanas são frequentemente narradas de forma seletiva. Vidas de países “distantes” costumam ficar fora do foco midiático e político, como advertiu a filósofa Judith Butler ao refletir sobre a atribuição desigual da "pranteabilidade" das vítimas. Apenas aqueles que se encaixam no enquadramento dominante (vidas “ocidentais”, cristãs ou estrategicamente úteis) são apresentados como dignos de compaixão, enquanto outras mortes permanecem silen
CERES
1 de jul. de 20256 min de leitura


Violências banalizadas na famigerada fábrica de memes das guerras modernas: O uso das dores alheias como “munição” para desumanização
Com o acréscimo da presença das mídias sociais como espaços informacionais para um diálogo, pseudo cenário propício para discussão pública, fenômenos sérios como guerras e conflagrações armadas são vislumbrados, inúmeras vezes, como palco de criações sob humores duvidosos ou irônicos (Vide memes). Transformando ações bélicas no auge viral com fins variados, vê-se desde uma aplicabilidade para análise social à desinformação ou alcunha para “diversão” do público. Cabe avaliação
CERES
30 de jun. de 20253 min de leitura
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