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Pseudo-psicologias sob egóicas linguagens de irresponsabilidade: Tagueados clínicos como publicidade pessoal na fabricação das dores
Vê-se hoje um fenômeno com expressiva ascensão nas mídias sociais globais, na qual se é popularizado a concessão de condições psicológicas, com indevida simplicidade, sob as apropriações rasas dos influenciadores e/ou mesmo os usuários comuns. “Tagueados”, é o nome concedido aos que sinalizam ações dadas como comuns/Tìpicas à doenças, com o impulso de “diferenciação” de si sob os demais ou mesmo para o alcance de alguma ou devida “normalidade” em meio à similaridades com ansi
CERES
7 de jul.4 min de leitura


Vítimas escolhidas a dedo: genocídios silenciados e a hipocrisia da ordem global
No cenário global atual, as tragédias humanas são frequentemente narradas de forma seletiva. Vidas de países “distantes” costumam ficar fora do foco midiático e político, como advertiu a filósofa Judith Butler ao refletir sobre a atribuição desigual da "pranteabilidade" das vítimas. Apenas aqueles que se encaixam no enquadramento dominante (vidas “ocidentais”, cristãs ou estrategicamente úteis) são apresentados como dignos de compaixão, enquanto outras mortes permanecem silen
CERES
1 de jul.6 min de leitura


Violências banalizadas na famigerada fábrica de memes das guerras modernas: O uso das dores alheias como “munição” para desumanização
Com o acréscimo da presença das mídias sociais como espaços informacionais para um diálogo, pseudo cenário propício para discussão pública, fenômenos sérios como guerras e conflagrações armadas são vislumbrados, inúmeras vezes, como palco de criações sob humores duvidosos ou irônicos (Vide memes). Transformando ações bélicas no auge viral com fins variados, vê-se desde uma aplicabilidade para análise social à desinformação ou alcunha para “diversão” do público. Cabe avaliação
CERES
30 de jun.3 min de leitura


O ataque de Trump ao Irã e a colonialidade do sistema internacional
No dia 22 de junho de 2025, os Estados Unidos, sob a liderança de Donald Trump, lançaram ataques diretos contra três importantes instalações nucleares iranianas — Fordow, Natanz e Isfahan. O presidente norte-americano classificou a ofensiva como um "sucesso espetacular", afirmando que os alvos foram “completamente obliterados”. A ação representa uma escalada crítica na guerra entre Israel e Irã, marcando a entrada direta dos EUA no conflito, e reacende profundas questões sobr
CERES
27 de jun.3 min de leitura
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