top of page

Buscar


SERIA O HOMEM UM ANIMAL POLÍTICO?
O artigo discute se o homem é um animal político, contrastando a sociabilidade natural de Aristóteles com o individualismo de Hobbes. O comportamento do cidadão brasileiro contemporâneo apoia a visão hobbesiana: a política é vista como um fardo, o que se reflete em altos índices de abstenção e no esquecimento dos votos legislativos. Afastado da cidadania ativa e repelido pela polarização, o eleitor busca o isolamento privado e age como um súdito.
CERES
25 de jun.7 min de leitura


Dez anos após o Brexit: a renúncia de Keir Starmer ou o esgotamento do modelo britânico?
A renúncia de Keir Starmer às vésperas do 10º aniversário do Brexit encerra uma década de turbulências que transformou o Reino Unido. O voto de 2016 pela saída da UE prometia soberania e renascimento sob o slogan "Take Back Control". Dez anos depois, o balanço é ambíguo: o país recuperou a autonomia jurídica, mas enfrenta profundas sequelas econômicas, sociais e geopolíticas. A queda de Starmer reflete a crise de uma nação que ainda busca sua identidade estratégica no mundo p
CERES
24 de jun.13 min de leitura


EUA e China Recalculam Relação: Leitura Consultiva
A visita de Donald Trump à China marcou uma transição do confronto aberto para uma competição administrada, focando na previsibilidade e estabilidade. Diante dos custos globais das tensões, ambos os países buscam conter danos. Xi Jinping propôs uma “relação de estabilidade estratégica”, priorizando a cooperação dentro de limites gerenciáveis. Para Pequim, o objetivo é institucionalizar mecanismos que evitem escaladas, garantindo o crescimento econômico e o fluxo de investimen
CERES
23 de jun.3 min de leitura


Quem venceu a guerra? A construção de uma falsa narrativa americana na guerra contra o Irã
Donald Trump anunciou um acordo de paz com o Irã no G7, vendido internamente como uma vitória estratégica para as eleições. Contudo, os resultados concretos contradizem essa narrativa: o Irã manteve sua capacidade nuclear e o controle do Estreito de Ormuz, além de ver o regime fortalecido pelo nacionalismo. Aliados no Golfo recuaram, Israel isolou-se e os EUA colheram apenas um triunfo discursivo para o público doméstico, enquanto o equilíbrio geopolítico real pouco mudou.
CERES
19 de jun.5 min de leitura
bottom of page
