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A Arquitetura Monetária Tripla da China Segmentação financeira como instrumento de soberania e poder estrutural
A sofisticada engenharia monetária da China utiliza três camadas — o renminbi onshore (CNY) para estabilidade e controle interno, o renminbi offshore (CNH) para internacionalização controlada e o dólar de Hong Kong (HKD) como ponte de credibilidade externa. Essa segmentação financeira estratégica permite a Pequim conciliar a integração global e o financiamento externo com a preservação de sua soberania e autonomia política, reduzindo vulnerabilidades em relação ao sistema dom
CERES
15 de jul.10 min de leitura


Belarus e a estratégia russa no conflito da Ucrânia: valor estratégico, dilemas e possíveis desdobramentos
Em junho de 2026, Belarus intensificou seu apoio estratégico à Rússia na guerra, ampliando a cooperação em infraestrutura militar, logística, economia e defesa. Embora o governo de Minsk continue evitando o envolvimento direto de suas tropas nos combates, esse aprofundamento das ações conjuntas fortalece de forma significativa o esforço de guerra de Moscou. As recentes movimentações indicam que o país se prepara para assumir um papel ainda mais ativo no conflito de forma grad
CERES
14 de jul.10 min de leitura


Copa do Mundo e a Política de Pão e Circo: o espetáculo que reorganiza a atenção global
Historicamente, os Estados Unidos utilizaram Hollywood, a música, as universidades e o esporte como instrumentos de projeção internacional. Entretanto, a Copa de 2026 expõe uma contradição: enquanto o país busca se apresentar como anfitrião do maior espetáculo esportivo do mundo, o governo Trump intensifica políticas associadas ao hard power, especialmente no campo migratório.
CERES
9 de jul.4 min de leitura


Quando a Força Vem Antes da Paz: O Preço do Poder na Escalada Entre EUA, Israel e Irã
A imprevisibilidade da política externa trumpista, caracterizada pela preferência por canais informais como as redes sociais, em detrimento das vias diplomáticas tradicionais, agrava ainda mais a incerteza internacional. Este padrão não é meramente estilístico; ele representa uma ruptura profunda com os princípios do liberalismo institucionalista e com a própria tradição diplomática norte-americana.
CERES
8 de jul.6 min de leitura
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