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As Relações Estados Unidos–Arábia Saudita: entre interesses estratégicos e tensões diplomáticas

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    CERES
  • 14 de out.
  • 11 min de leitura

Flávia Abud Luz

As relações entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita em 2025 continuam a desempenhar um papel central na geopolítica global, mesmo com o fato de tais relações serem cada vez mais atravessadas por tensões e reconfigurações que resultam de mudanças estruturais no sistema internacional. Apesar dos desafios significativos, a manutenção das relações inclui sua dependência mútua de interesses energéticos e de segurança, particularmente no que diz respeito ao petróleo e à estabilidade regional.


Antes de tratar o momento atual das relações entre ambos os países é importante retomar o conturbado e interessante histórico das ações; bem como compreender as transformações dessa relação em sua totalidade. Assim, a ideia do presente artigo é promover uma reflexão acerca das origens e os marcos históricos da cooperação; os fatores de tensão recentes e os novos eixos de convergência entre Washington e Riad a partir de temas como a transição energética, a segurança regional e o papel crescente da China no Oriente Médio serão centrais na análise.


Aspectos históricos e estratégicos das relações entre EUA e Arábia Saudita

A relação entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita remonta à descoberta de vastas reservas de petróleo no território saudita nos anos 1930, e à subsequente presença de companhias norte-americanas no setor de extração. O encontro entre o presidente Franklin D. Roosevelt e o rei Abdulaziz ibn Saud, em 1945, simbolizou o início de uma aliança que se tornaria fundamental para o equilíbrio geopolítico da região. Essa parceria, baseada em interesses complementares, perdurou ao longo da Guerra Fria e garantiu aos EUA acesso privilegiado ao petróleo e à Arábia Saudita proteção militar.


Durante as décadas de 1970 e 1980, apesar de crises como o embargo do petróleo de 1973, os dois países mantiveram uma colaboração pragmática. A ascensão da República Islâmica do Irã e a guerra Irã-Iraque reforçaram o papel dos EUA como garantidor da segurança saudita. O financiamento saudita a operações anticomunistas e a compra de armamentos norte-americanos consolidaram os laços bilaterais.


Desde a década de 1970, momento em que os Estados do Golfo Pérsico vivenciaram a retirada das tropas britânicas, a arquitetura de segurança regional[1] foi desenvolvida de acordo com a constatação das posteriormente denominadas “ameaças tradicionais”, tais como o aumento do poder relativo dos Estados, a influência de identidades transnacionais e as rivalidades em torno das ambições regionais, enfrentadas pelos países.


A estratégia desenvolvida – o balanço de poder – detinha um caráter ofensivo, marcado pelo aumento do poder relativo dos Estados em um jogo de soma zero, foi baseada em três aspectos principais, a saber: o triângulo formado pela Arábia Saudita, Irã e Iraque – países detentores de petróleo que possuíam uma relação de rivalidade baseada na busca pelo domínio regional; as ações dos Estados da península para alcançar seus objetivos políticos domésticos e regionais; e a interferência de atores externos, sobretudo os Estados Unidos.


Ao longo da década de 1970 e no contexto da Guerra Fria, marcado pela disputa entre EUA e URSS por áreas de influência no mundo, Irã e Arábia Saudita foram o centro preferencial da política norte-americana para a região do Golfo. Existia a preocupação norte-americana de que grupos políticos nos países da região que fossem aliados soviéticos alcançassem o poder, o que traria alterações no tênue balanço de poder existente.


A construção de aliados locais fortes, como foi o caso da política dos chamados “pilares ou hegemonias locais” ou “twin pillars”, baseada no apoio voltado à monarquia saudita (casa de Al-Saud) e ao governo do Xá Reza Pahlevi no Irã, foi implementada pelos Estados Unidos com o intuito de atuar juntamente com os “pilares ou hegemonias locais”.


A interferência da política norte-americana fica ainda mais evidente após a Revolução Iraniana (1979) com a estratégia de desenvolver um balanço de poder “puro”, baseado em conceitos como deterrência (política de intimidação), contenção (impedir o avanço de uma possível ameaça à segurança) e equilíbrio (evitar que um determinado Estado altere uma dinâmica de poder estabelecida), que incluía o apoio de inteligência e financeiro para o Iraque em sua guerra contra o Irã (1980-1988).


A referida estratégia forjou o desenvolvimento do poder ofensivo militar iraquiano e acabou ampliando a instabilidade na região, sobretudo porque tendo se desenvolvido militarmente, o Iraque passou a ser uma ameaça maior aos Estados vizinhos, e os cálculos de poder de Saddam Hussein acabaram por considerar a expansão de seu poder através da subjugação de Estados mais fracos, como foi observado com a invasão ao Kwuait, em 1991. 


A dinâmica regional, pautada na atuação do Irã, da Arábia Saudita e do Iraque, foi repleta de alianças inconstantes e conflitos em torno da noção de segurança e ameaça. Ao longo das décadas, o Iraque e o Irã balancearam seu poder, sobretudo através da busca de alianças com países da região e externos à mesma, como as alianças estabelecidas entre os Estados Unidos e as monarquias saudita e jordaniana. Quando o partido baathsta tomou o poder no Iraque pela segunda vez, o Irã e a Arábia Saudita aproximaram-se devido ao receio acerca das intenções militares do novo regime iraquiano.


No entanto, quando ocorreu a Revolução Islâmica em 1979, a Arábia Saudita e Iraque aproximaram-se para juntos fazerem frente à ameaça ideológica que o xiismo revolucionário persa proporcionava para a manutenção dos regimes da casa de Al-saud e baathista, respectivamente, pelo fato de que em ambos os países as populações xiitas encontravam-se reprimidas e subjugadas a regimes que pouco lhes representava. 


Para GAUSE (2009) as ambições por domínio regional por parte do Iraque, Irã e Arábia Saudita, bem como os esforços para contrabalancear um possível hegemon, foram importantes para os referidos países assim como para outros em diferentes regiões e períodos, ou seja, tais ambições e estratégia de contenção baseada na criação e manutenção de um status quo não figuram como uma especificidade da referida sub-região. Dessa forma, era necessário utilizar variáveis intervenientes, de natureza diversa como cultural e política, que operam na tomada de decisão dos para compreender a complexidade das alianças e relações estabelecidas, bem como o impacto de fatores domésticos (como a mudança de regime) na arquitetura de segurança regional.


Entre estas variáveis, destacam-se a preocupação de manter a estabilidade nacional, tanto do ponto de vista da manutenção do regime estatal (de acordo com a ideia de segurança de regime desenvolvida por GAUSE (2009) a respeito às ações realizadas para manter um determinado grupo no poder) quanto da constatação e atuação de identidades transnacionais que operam no Golfo, tais como o nacionalismo árabe iraquiano e o xiismo revolucionário iraniano, e as alterações na política externa americana para a região.


Nos anos 1990, com a Guerra do Golfo, os EUA ampliaram sua presença militar na região do Golfo Pérsico, algo que se manteve sobretudo nos anos 2000 após os ataques de 11 de setembro de 2001. A Arábia Saudita tornou-se central na luta antiterrorismo e apoiador dos EUA no projeto de “estabilização do Iraque pós-Saddam”, após a deposição do líder iraquiano em 2003.  

 

Balanço das relações entre EUA e Arábia Saudita (2000 – 2020)

            As relações entre ambos os países possuem momentos de mais aproximação e outros de tensão, como o período posterior ao ataque de 11 de setembro de 2001, data que ficou marcada para sempre na memória da comunidade internacional por conta das ações de terrorismo orquestradas em pontos críticos da cidade de Nova Iorque e pela repercussão da participação de sauditas nas referidas ações.


            Quinze dos dezenove sequestradores dos aviões que se chocaram nos prédios das Torres Gêmeas eram sauditas, o que levou parte da opinião pública norte-americana a questionar os fundamentos da aliança. No entanto, o governo Bush optou por preservar a parceria, considerando a cooperação saudita em inteligência essencial para a guerra ao terror (Blanchard, 2010).


A invasão do Afeganistão em 2001 e do Iraque em 2003 impactaram diretamente os interesses sauditas. Riad temia que a derrubada de Saddam Hussein levasse ao fortalecimento do Irã e à ascensão de grupos xiitas na região. Ainda assim, manteve a cooperação com Washington, reforçando a interdependência energética e os contratos de armas.  Assim, o período da política externa de George W. Bush (2000-2008)  revela um paradoxo: apesar das tensões decorrentes do 11 de setembro, a aliança entre os países permaneceu, sustentada por interesses estratégicos que se sobrepuseram à desconfiança mútua.


A administração Obama (2009-2016) buscou redefinir a política externa no Oriente Médio, apostando na redução da dependência do petróleo saudita em razão da ascensão do gás do xisto nos EUA. Essa mudança coincidiu com uma maior cautela em intervenções militares, refletindo o desejo de rebalancear a Ásia, considerando a contínua ascensão da China.


A política externa “pivot to Asia” foi baseada na ideia de que os EUA deveriam reorientar sua política externa após uma década de foco no Oriente Médio (sobretudo na atuação nas guerras do Iraque e do Afeganistão), direcionando mais atenção e recursos para o eixo Ásia-Pacífico, região vista como o centro da economia e da geopolítica do século XXI. No referido contexto as principais estratégias utilizadas foram de cunho econômico e militar, assim: a) reforço da presença naval norte-americana no Pacífico; b) expansão de alianças de segurança com Japão, Coreia do Sul, Austrália, Filipinas e apoio a países do Sudeste Asiático; c) desenvolvimento da Parceria Transpacífica (TPP), um megatratado de livre comércio com o objetivo de integrar 12 economias do Pacífico e limitar a influência econômica da China na Ásia; d) maior engajamento com fóruns regionais, como a ASEAN (Associação de Nações do Sudeste Asiático).


No entanto, em meio à referida política a Arábia Saudita ainda era vista como ator-chave para a estabilidade dos preços globais de petróleo, o que mantinha sua relevância para Washington (Krane, 2019).


A Primavera Árabe de 2011 aprofundou divergências. Enquanto os EUA adotaram postura ambígua em relação a protestos democráticos, a Arábia Saudita respondeu com repressão e apoio a regimes autoritários.


O ponto mais crítico das relações entre Washigton e Riad ocorreu com o acordo nuclear entre EUA e Irã em 2015. Para Obama, o acordo buscava conter o programa nuclear iraniano por meio da diplomacia, enquanto que para Riad o gesto representava uma ameaça à segurança e ao equilíbrio regional: Riad enxergava o Irã como rival histórico, especialmente pela rivalidade sectária (sunismo x xiismo) e pela disputa de influência no Iraque, Síria, Líbano e Iêmen (Al-Rasheed, 2018).


Apesar dessas tensões, a cooperação não se desfez. Em 2015, a Arábia Saudita lançou, em conjunto a uma coalizão árabe, uma campanha militar no Iêmen contra os houthis, grupo xiita que possui estreitos laços com o Irã. Os EUA forneceram apoio logístico, inteligência e reabastecimento aéreo, embora houvesse críticas internas e internacionais relacionados às consequências humanitárias do conflito.


Tal envolvimento ilustra a ambiguidade da política de Obama: ao mesmo tempo em que buscava reequilibrar o papel dos EUA no Oriente Médio, não rompeu com a lógica tradicional de apoiar militarmente a Arábia Saudita em disputas regionais. Apesar da manutenção da aliança entre si, os EUA e a Arábia Saudita tiveram um período de relativa desconfiança mútua relacionada aos interesses harmonizados entre ambos, explico. No caso dos EUA era interessante garantir a estabilidade energética e regional, então a monarquia era um aliado importante, mas contraditório em relação a valores democráticos e direitos humanos; enquanto que para Riad os EUA pareciam um parceiro menos confiável, capaz de se aproximar de seu maior rival regional (Irã) e de apoiar mudanças políticas que poderiam ameaçar a ordem monárquica na região.


Ao longo do governo de Donald Trump (2017-2020) as relações entraram em uma fase de reaproximação explícita. Trump estabeleceu laços pessoais com Mohammed bin Salman e foi o primeiro presidente norte-americano a escolher a Arábia Saudita como destino inicial de viagem oficial, em 2017, ação simbólica que demonstrava a relevância do país para o novo governo.


A retirada dos Estados Unidos do o Acordo Nuclear com o Irã (JCPOA), feita oficialmente em 2018, reiterou o alinhamento estratégico entre o país e a monarquia de Riad ao desenvolver uma política de pressão sobre Teerã, impondo sanções severas contra seu setor energético e financeiro. As medidas desenvolvidas por Washington representaram, assim, uma vitória estratégica para Riad, visto que enfraqueceram seu principal rival regional e reaproximavam os EUA de sua própria agenda de contenção iraniana.


A cooperação energética também foi intensificada ao longo do governo Trump.


Enquanto liderança da OPEP a Arábia Saudita desempenhou papel central em negociações de cortes de produção para equilibrar preços globais do petróleo, especialmente após a queda ocasionada no contexto da pandemia da Covid-19. O presidente Trump chegou até a intervir diretamente em negociações entre Arábia Saudita e Rússia (OPEP+) para estabilizar os preços, demonstrando a relevância contínua do petróleo para a política externa americana, apesar da autossuficiência energética crescente dos EUA (Krane, 2019).


            O governo Trump representou uma reaproximação intensa com a Arábia Saudita, baseada em três eixos centrais, a saber: a) segurança: fortalecimento da parceria militar e apoio à guerra no Iêmen; b) economia: contratos bilionários de armas e cooperação no setor energético; c) geopolítica: alinhamento contra o Irã e apoio às políticas regionais sauditas.


Por outro lado, tal relação estreita também aumentou críticas internacionais, especialmente em relação às violações de direitos humanos e ao envolvimento dos EUA em conflitos regionais. A administração Trump mostrou disposição em priorizar ganhos estratégicos imediatos, mesmo à custa da reputação internacional dos EUA como defensor de valores democráticos.

 

Umas considerações sobre as relações entre EUA e Arábia Saudita (2000 – 2020)

Ao longo das duas primeiras décadas do século XXI as relações entre Estados Unidos e Arábia Saudita oscilaram entre cooperação estratégica e desconfiança mútua, revelando a complexidade de uma aliança baseada mais em interesses pragmáticos do que em afinidades políticas ou culturais. Nos anos 2000 (marcados pelos atentados de 11 de setembro) a parceria entrou em uma fase de tensão simbólica, já que parte significativa dos envolvidos nos ataques era de origem saudita. Apesar disso, a centralidade da Arábia Saudita para a política energética global e sua posição como aliada-chave contra o terrorismo no Oriente Médio garantiram a continuidade da cooperação militar e diplomática.


Durante o governo Obama (2009–2016) verificou-se o reposicionamento estratégico por meio do pivot to Asia e o acordo nuclear com o Irã em 2015; elementos que alimentaram incertezas em Riad quanto à confiabilidade da aliança com Washington, mas o apoio logístico e os compromissos de segurança se mantiveram, inclusive com o apoio de Washington à campanha militar no Iêmen contra os houthis, grupo xiita que possui estreitos laços com o Irã.


Já no governo Trump (2017–2020), observou-se uma reaproximação explícita. Washington reforçou a aliança com Riad por meio de acordos bilionários de armas, apoio à guerra no Iêmen e adoção de uma política de máxima pressão contra o Irã, alinhando-se aos interesses sauditas.


Assim, o balanço do período 2000–2020 revela uma parceria resiliente, sustentada pela tríade petróleo, segurança e armamentos, mas atravessada por dilemas de confiança, tensões políticas e pressões internacionais que sinalizam os limites e contradições dessa histórica aliança.


A partir de 2021, com a chegada de Joe Biden à presidência, as relações entre Estados Unidos e Arábia Saudita passaram a ser marcadas por um reposicionamento ambíguo. Inicialmente, Biden sinalizou uma postura mais crítica em relação à monarquia saudita, sobretudo diante do assassinato do jornalista Jamal Khashoggi e das denúncias de violações de direitos humanos no Iêmen (considerando o envolvimento da Arábia Saudita). O governo norte-americano suspendeu temporariamente parte das vendas de armas ofensivas e prometeu “recalibrar” a relação. Essa postura indicava uma tentativa de diferenciar-se do pragmatismo de Trump e de reforçar o compromisso dos EUA com valores democráticos em sua política externa.


Contudo, a dinâmica internacional e as crises subsequentes apresentaram os limites dessa mudança de posicionamento, explico. A guerra entre Rússia e Ucrânia, iniciada em 2022, e a pressão sobre os preços globais de energia colocaram novamente a Arábia Saudita no centro da estratégia norte-americana. Biden buscou reaproximação, ainda que de forma cautelosa, para garantir a cooperação saudita na estabilização do mercado de petróleo, mesmo diante da resistência de Riad em aumentar substancialmente a produção. Esse episódio demonstrou que, apesar das tensões políticas e de valores, a interdependência energética e de segurança continua sendo um fator estruturante da relação.

 

Referências Bibliográficas

AL-RASHEED, Madawi. Salman’s Legacy: The Dilemmas of a New Era in Saudi Arabia. Oxford: Oxford University Press, 2018.

BLANCHARD, Christopher. Saudi Arabia: Background and U.S. Relations. Congressional Research Service, 2020.

GAUSE, F. Gregory, The International Politics of the Gulf. In: FAWCETT, Louise (org.). International Relations of the Middle East. Oxford University Press, 2009, p.272-289.

KRANE, Jim. Energy Kingdoms: Oil and Political Survival in the Persian Gulf. Columbia University Press, 2019.

RUSSEL, James. Searching for a post-saddam regional security architecture. Middle East Review of International Affairs, vol.1, nº1, 2003.

KRAIG, Michael. Assessing Alternative Security Frameworks for the Persian Gulf. Middle East Policy, vol.11, n.3, 2004.

 

 

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Flávia Abud Luz

Professora de Relações Internacionais. Doutora em Ciências Humanas e Sociais pela UFABC. Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Esp. em Política e Relações Internacionais pela FESPSP e Bacharel em Relações Internacionais pela FAAP.  Autora do livro "A apropriação dos conceitos de martírio e jihad pelo Hezbollah e a questão da violência como resistência (Editora Appris, 2020)". Integrante dos grupos de pesquisa RESISTÊNCIAS: Controle social, Memória e Interseccionalidades (UFABC); e Ylê-Educare: Educação e Questões Étnico-Raciais (PPGE/Uninove); Gina - Grupo de Pesquisa em Gênero, Raça e Interseccionalidades; e Direito à Educação, Direitos Humanos e Políticas Públicas (UNIAN/SP).


[1]  Termo compreendido para os propósitos deste artigo de acordo com a proposição de RUSSEL (2003) de que tal construção simbólica sugere a interrelação complexa entre uma série de variáveis políticas e militares e a formulação de um processo de tomada de decisão coerente e capaz de integrá-las como um todo.

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