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SERIA O HOMEM UM ANIMAL POLÍTICO?
O artigo discute se o homem é um animal político, contrastando a sociabilidade natural de Aristóteles com o individualismo de Hobbes. O comportamento do cidadão brasileiro contemporâneo apoia a visão hobbesiana: a política é vista como um fardo, o que se reflete em altos índices de abstenção e no esquecimento dos votos legislativos. Afastado da cidadania ativa e repelido pela polarização, o eleitor busca o isolamento privado e age como um súdito.
CERES
25 de jun.7 min de leitura


O Apagamento Drástico da Palestina: entre Mapas, Silêncio e a Política da Invisibilidade
A história da Palestina, sobretudo na Faixa de Gaza, está sendo reescrita não apenas por bombas, mas por narrativas. O que se observa hoje não é apenas uma guerra — é um processo multifacetado de apagamento territorial, simbólico e político. E talvez o mais alarmante seja que esse apagamento ocorre simultaneamente em dois níveis: no terreno e na percepção global.
CERES
6 de mai.6 min de leitura


O Papel da Literacia Mediática e o Framing Noticioso, no Conflito EUA-Irão*
A cobertura mediática de conflitos internacionais não informa apenas, ela também molda percepções e pode reforçar narrativas estratégicas, exigindo um nível elevado de literacia mediática. É neste contexto que a literacia mediática se torna uma competência essencial, permitindo ao público interpretar criticamente discursos, identificar enquadramentos e resistir à manipulação informativa.
CERES
22 de abr.5 min de leitura


O conflito do Estreito de Ormuz atinge diretamente a economia global e, em especial, a China
Essa dependência, contudo, não se traduz em exposição concentrada a um único fornecedor. A China construiu, ao longo dos últimos anos, uma estratégia de diversificação, tendo como principais parceiros a Rússia e a Arábia Saudita, cada uma respondendo por menos de 20% das importações. Paralelamente, Pequim ampliou sua relação energética com o Irã, absorvendo parcela relevante de suas exportações de petróleo, o que reforça sua atuação pragmática e, por vezes, desalinhada das sa
CERES
16 de abr.4 min de leitura


A Comunicação Distanciada das Academias com a Sociedade e os Movimentos Anti-cientificismo
Em suma, o afastamento entre a ciência e a sociedade resulta da crescente especialização académica, da linguagem hermética e das fragilidades na literacia científica, factores que facilitam a desinformação e fortalecem o anti-cientificismo. O negacionismo evidencia como a manipulação informativa pode distorcer factos, gerar desconfiança e comprometer o bem-estar colectivo. Torna-se, por isso, essencial aproximar a ciência do público através de uma comunicação mais clara, aces
CERES
27 de nov. de 20256 min de leitura
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