top of page

Buscar


O preço invisível das guerras que fingimos não ver… e o que realmente vão nos custar…
A geopolítica contemporânea parece, em muitos momentos, orbitar em torno das declarações e impulsos de figuras como Donald Trump, cuja relação com a previsibilidade institucional sempre foi, no mínimo, frágil. Quando decisões com impacto global são tomadas sem coordenação, sem consulta, ou mesmo em contradição com especialistas, como, por exemplo, o seu antigo chefe de contraterrorismo, o sistema internacional deixa de operar com base em regras e passa a reagir a impulsos.
CERES
31 de mar.4 min de leitura


O Estreito de Ormuz e a política da interdependência armada: energia, geopolítica e poder na escalada entre Estados Unidos, Israel e Irã
A recente escalada militar envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã no entorno do Estreito de Ormuz recolocou no centro da política internacional um dos mais importantes gargalos energéticos do sistema global. Embora o debate público frequentemente destaque os aspectos mais visíveis da crise — ataques a embarcações, drones e operações navais — a importância estratégica do estreito transcende sua dimensão militar imediata.
CERES
18 de mar.5 min de leitura


Energia: guerra do Irã ameaça a transição energética da Europa
A guerra no Oriente Médio ocorre em um momento decisivo, quando a União Europeia enfrenta críticas internas crescentes por suas políticas climáticas. Isso se reflete nos apelos de governos nacionais e líderes do setor para aumentar a pressão sobre de comércio de emissões da Europa, ou até mesmo para reduzir as metas de emissões de carbono para veículos novos. Assim, a alta dos preços do petróleo e gás desde o início da guerra contra o Irã em 28 de fevereiro de 2026 representa
CERES
17 de mar.5 min de leitura


Geopolítica: os Estados do Golfo se tornaram um campo de batalha
lguns anos atrás, mesmo com as incertezas geopolíticas típicas da região, o Golfo parecia ser apenas em uma passagem estreita entre duas potências, pagando o preço por alianças forjadas por décadas, e descobrindo que a geografia, quando emprestada para guerras, não pertence apenas ao seu povo.
Os Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein e Kuwait não foram partes diretas do conflito, mas o fato de receberem bases militares dos EUA os tornou alvos automáticos, em um cenário em
CERES
3 de mar.3 min de leitura


O ataque de Trump ao Irã e a colonialidade do sistema internacional
No dia 22 de junho de 2025, os Estados Unidos, sob a liderança de Donald Trump, lançaram ataques diretos contra três importantes instalações nucleares iranianas — Fordow, Natanz e Isfahan. O presidente norte-americano classificou a ofensiva como um "sucesso espetacular", afirmando que os alvos foram “completamente obliterados”. A ação representa uma escalada crítica na guerra entre Israel e Irã, marcando a entrada direta dos EUA no conflito, e reacende profundas questões sobr
CERES
27 de jun. de 20253 min de leitura
bottom of page
